[Quinta-feira, Julho 19, 2007]

Help!!!!!!!!!!!!!!
Estou em pânico, não sei mais como lidar com esta situação...
Arnaldo Antunes que faço?
Preciso de um pouco de paz, de sossego, de colo...mas não vou ter, não deu, não aconteceu....
Pois é, nadei, nadei e morri na praia....

Sarita


por Uma das duas.... * 12:04 PM
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[Sexta-feira, Março 16, 2007]

Bom Carnaval.
O momento mais feliz, em um baile de máscaras, acontece quando os amantes retiram suas máscaras, encerram o baile e adentram na vida com a alegria que alcançam, ao se permitirem o encontro real de suas mútuas afetividades. Então, por que regredir? Por que fazer da vida uma festa de mascarados? Se precisamos disso, dessa regressão, que seja no intuito, no empenho de retirarmos as máscaras a favor de mostrarmos nossas fisionomias, com a coragem da liberdade de sermos quem somos realmente. O baile de máscaras não é mais belo do que a vida viva. Até pode ser mais lúdico do que a vida viva, uma brincadeira, espécie de treino para a vida e de quem ainda teme viver a vida com transparência. Contudo, a vida é que é a vida. O baile de máscaras nada mais é do que um baile de máscaras. Não se vive uma vida plena, se nos condenamos a uma vida que é tão só uma festa de mascarados. ] O melhor da vida viva dos homens não é fazer de suas vidas um teatro, um jogo de exibições, espetáculo virtual impalpável, vazio, oco, mero conjunto de imagens, aparências, efeitos e fetiches. Disto sempre há de restar sofrida vertigem nos sentimentos de quem assim se exibe. Devido ao sabor exigente da verdade em nosso ser inteiro, toda essa encenação culmina por se tornar um frustrado e deprimido engodo. O melhor da vida viva de um ser humano é poder viver sem medo, sem frustração, com grandeza pessoal e auto-estima, liberdade material e cultural, justiça, afeto e fraternidade, viver, assim, toda a realidade de sua identidade mais íntima em paz e harmonia, mesmo na convivência crítica da sociedade. Vivenciar a vida como um teatro é abrir mão da liberdade para a conquista da felicidade individual e/ou social na história humana.
Nos mais íntimos sentimentos que temos de nós mesmos, sempre somos a verdade do que somos, gostemos ou não de ser assim. Se gostamos, é mais fácil o percurso para o bem-estar pessoal. Se não gostamos, bate em nossa cara a baixa-estima. Daí, passamos a conspirar contra nós mesmos, sempre nos atrapalhando na vida
[ De nada adianta armar espetáculos, tecer redes comportamentais, viver atrás de máscaras, fingir que a vida é um teatro, praticar fantasias de felicidades aparentes, relações de poderes forjadas, encadeamentos de culpas e punições, nada disso adianta, pois a dor prossegue, deixa marcas na identidade de quem se recusa a vencer os seus medos com o uso da coragem de viver por inteiro de corpo e alma.
Na vida real, só as crianças têm precisão de brincar de ser quem não são. Quanto o fazem, contudo, sabem que estão brincando. Ademais, crianças são crianças só enquanto são crianças. Adultos não são crianças, muito menos atores de sua vida, pois que a vida não é uma representação da vida. A vida é a vida conforme se é e se está sendo a cada instante
Desconheço o autor


por Uma das duas.... * 9:58 AM
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[Sexta-feira, Setembro 22, 2006]

Cara amiga Raquel.
Vamos voltar a animar este espaço tão maravilhoso e criativo.
Tenho tanta saudade das tuas elocumbrações(nem sei se a escrita esta certa, mas a palavra é adquada até demais)
Agora não tenho como voltar atrás, as coisas mudaram e essa liberdade louca e sã não tem como ser barrada.
Me sinto um peixinho com todo o oceano a minha frente, lembro-me bem as palavras daquela bruxa sobre a natureza da borboleta, palavras que nunca sairam da minha cabeça, mas que só agora faz sentido.
Estou curtindo novos amigos, pessoas que de longe são até normais demais, mas de pertinho, kkkkkk
Estou planejando um viagem legal, não sei ainda para onde, mas quero ir longe e conhecer coisas novas, vamos nessa?
Sei que estamos longe uma da outra mas não importa vc é minha melhor amiga, sabe porque? Você me entende e me aceita e me fez te entender e te aceitar e gostar de todas as diferenças, caminhamos muito e hoje rola um respeito "ducarailho" (essa palavra é tua cara). No mais o tempo dá um jeito, reinventa

Sarita.....



por Uma das duas.... * 8:26 AM
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[Domingo, Junho 18, 2006]

teste

por Uma das duas.... * 5:53 PM
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[Quarta-feira, Março 15, 2006]

Foi inevitável passar pelo Blog há tantos sem postagem e não deitar no divã...
Sobrevivi ao ano de 2005, o ano do enfrentamento, e lá estava eu, só eu e euzinha cara a cara com os antigos medos e ocultos fantasmas..
Lá encontrei o grande amor da minha vida, não ria Raquel, você não, mas tive de me conformar em não ser o grande amor da vida dele...
Realizei um sonho, curso de formação do ator, sim entrei para o Teatro, tive meus primeiros contatos com o universo cultural do Teatro... Foram tantos aprendizados e também tantas frustrações, afinal onde há muita luz, sempre há ofuscações, mas ficaram grande lições e amizades...
Briguei por um novo rumo no trabalho e cheguei num porto muito aconchegante, agora sei o quanto valeu...
Pois então briguei, sofri, chorei, amei, aprendi... me sobrecarreguei e explodi, agora estou sozinha e terapeuticamente sozinha, sem medos dos velhos medos, batendo altos papos com os velhos fantasmas, até que bons companheiros, e ao final tudo ficou bem....


Sarita


por Uma das duas.... * 9:19 PM
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[Sexta-feira, Fevereiro 03, 2006]

Adeus, meu amor...

Há meia hora que eu estou olhando hipnotizada para esse pedaço de papel virtual, sem saber o que escrever. Não tenho nem como começar a descrever a falta que ele me faz, a dor de não ter passado esses últimos meses do lado dele, de não ter dito mais uma vez, a derradeira, o quanto eu o amava. Vcs podem me dizer que ele sabia, que ele sabe. Não me basta. Não diminui o buraco dentro de mim. Junto com Flor, meu Flor, morreu a sensação de sermos invencíveis, de sermos jovens... morreu a inocência, a alegria irresponsável, morreu um pedaço de mim.

Meu amor, a vida sem vc já não tinha o mesmo brilho, mesmo sabendo que vc tava ali do lado. Mesmo tendo certeza que a gente iria se reencontrar. Agora ela me parece sem sentido. Vou te amar para sempre e vou tentar tomar conta de Raíssa, e amá-la tanto quanto vc a amava.

Jana

por Uma das duas.... * 1:29 PM
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[Sexta-feira, Janeiro 27, 2006]

Os trinta anos vieram trazendo com eles uma série de questionamentos. Não satisfeita resolvi fazer teatro, falo sempre disso, porque o teatro chegou para mim modificando e mexendo com tudo por dentro, mas aumentou esses questionamentos ainda mais. Fico inquieta, angustiada até, querendo modificar o mundo. O meu mundo. Uma rebeldia diferente da adolescência, em que eu achava que tudo era possivel. Hoje o desejo de mudança esbarra nos limites impostos por mim mesma e meu ideal de maturidade. Penso: Não existe a juventude como desculpa para o caso de erros mais sérios. Então me preocupo com as decisões, esse martelar me tolhe as iniciativas mais radicais que eu possa querer tomar. Uma bosta isso...
Então o cansaço vez ou outra em toma, nessa eterna briga para me entender, modificar, libertar...

Mas ontem foi um dia especial, um exercício de teatro assumiu proporções de terapia e revelação. Como foi bom, como foi ruim. Acordei hoje cantando. Oxalá tudo corra bem...

Raquel


por Uma das duas.... * 8:03 PM
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[Sexta-feira, Janeiro 20, 2006]

Estou cansada. Uma virose me deixou de molho três dias e ainda agora o corpo dói e a energia parece se dispersar só em piscar os olhos. Hoje de volta ao trabalho, precisei tomar um ansiolítico para aguentar o stress, passei o dia inteiro meio zen, meio doida- chapada. Mas mesmo assim, acabei resolvendo as pendências que estes dias de afastamento via atestado médico deixaram.

Domingo fui pedida em casamento. Vimos a igreja, planejamos a reforma da casa, a que já moramos antes. Depois da cachaça ir embora senti da parte de ambos a antiga necessidade de preservar um mínimo de individualidade. Dormi com ele aquela noite, depois a outra ( já doente) e a outra (ainda pior), aí fui para casa curtir o resto do meu bode. Desconfio que ele suspirou aliviado. Outro dia, provavelmente voltaremos a esse assunto, mas agora ... não sei se quero casar com o mesmo homem duas vezes. Acho tão Elizabeth Taylor... e sei que os defeitos continuam alí, dentro dele e dentro de mim também (porque não assumir?), como um alien ameaçador.

Dez dias depois do começo da dieta, só consegui emagrecer um quilo, mas vou permanecer firme no propósito de ficar gostosa para o carnaval. No auge do otimismo, encomendei um bíquini de crochê tamanho 40, enquanto não couber nele, estarei sempre a um passo de cortar os pulsos.

Por enquanto é só....

Cadê tú, hem Aninha???

Raquel


por Uma das duas.... * 6:41 PM
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[Terça-feira, Janeiro 03, 2006]

Ano-Novo, todos os clichês dessa história de vida nova teimam em me vir à mente, mas a verdade é que estou com preguiça de começar qualquer coisa numa segunda-feira. Onde já se viu, o primeiro dia útil do mês ser justamente uma segunda-feira, o dia mais antipático da semana? Estou de mau-humor desde que acordei. E não me venham com xurumelas, essa história de que bom-humor isso e bom-humor aquilo, está se tornando uma obrigatoriedade que me deixa de mais mau-humor ainda. A vida te dando chute na canela e Ana Maria Braga mandando você sorrir. Ora, Porra!

Mudando de assunto meu reveillon foi muito legal, o que só justifica meu mau-humor hoje. Gostaria de estar na farra ainda. Ou na praia. Ou na cama. Ví o dia primeiro amanhecer com o Governador-mais-bonitinho-do-Brasil tocando um samba na mesa ao lado da minha, beba de Logan e de champagne free. Me senti chique, me senti poderosa, depois me senti mal e vomitei horrores, mas isso já é outra história. Como a do óculos de 10 royal da ótica da Praia que me pertence (sim, eu compro em camelô, e daí?) e que rodou na mão do irmão do poderoso de plantão, todo arranhado e fudido. Sim, eu tive que assumir que era meu, e estava beba demais para sentir vergonha... Pelo menos até relembrar disso hoje. Mas deixa para lá, se o irmão-goverandor-mais-bonitinho-do-Brasil da pessoa prezasse mais por meu pobre ser humilde e do povo, eu só usava óculos de grife, bem-feito para ele, deve estar meio cego até agora.

Raquel


por Uma das duas.... * 10:13 AM
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[Sexta-feira, Dezembro 30, 2005]

Hoje dia do sistema da Loja ficar fora do ar, e por conseguinte, não conseguirmos abrir para o público. Para quem não sabe gerencio uma loja de material de construção. A equipe de vendedores arrumou loja, passou pano, faxinou e nada do tal sistema voltar. Deixo-me contagiar pelo clima de festas de fim-de-ano e libero todos (não sem antes brigar por isso com minha supervisão). Fico eu de castigo numa loja vazia e com tempo de sobra para ruminar sobre 2005 e desejar para 2006. Organizei minha planilha financeira anual (só vou pagar dívidas!!), arrumei minha bolsa, folheei umas revistas Arquitetura e Construção e cedi...resolvi escrever... digo cedi, porque tenho resistido à escrever...parece que isso tem me custado um esforço extra muito grande, esforço que não tem parecido compensar no momento...
Focalizei muito da minha necessidade criativa para estrear a peça e ela foi um marco na minha vida. Me descobri. Mas ao mesmo tempo me entristeço porque a minha planilha financeira acusa muitos dias de trabalho a serem dados em prol do enriquecimento de financeiras e afins e do meu empobrecimento enquanto pessoa. Ser atriz não dá grana. E ser gerente, apesar de não me deixar a mais feliz das criaturas, paga minhas dívidas e o salão de beleza.
Mas... mas...mas... talvez essa insatisafação que faz Ana querer ir embora de Recife e ser feliz de verdade, me faça querer o que parece impossível nesse começo de ano.
Ora bolas, estou eu aqui me deprimindo. Nunca! Jamais!
Sou superficial vez ou outra e para não me deixar contaminar pelos espíritos quizumbísticos que parecem querer me tomar nessa loja quase escura, vou ser superficial agora. Tomar uns chopps com os amigos e balançar minha cabeleira ruiva e escovada pela cidade, rir das minhas besteiras e a dos outros, ficar leve e maquiada. Amanhã pulo sete ondas, me empaturro de lentilha, guardo caroço de (de que mesmo? Passa? Romã? Maçã?) na carteira e que chegue 2006. Que ele me seja suave. Amém!

Raquel

P.S: Para quem não foi à estréia da minha peça Paixões Urgentes, vamos entrar em temporada em Março de 2006. Para amigas ingratas é obrigatório ir!!.


por Uma das duas.... * 6:13 PM
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Puxa galera abandonaram o blog?
O mulé virou terra de ninguém?
Adoro chegar aqui e ter notícias de vcs.
Beijos...
Sarita....

por Uma das duas.... * 2:23 AM
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[Segunda-feira, Outubro 31, 2005]

Bom, a verdade é que em alguns meses consegui engordar por alguns anos. Estou atingindo a marca de maldição cármica dos 7.0 e começo a sentir os efeitos nocivos das banhas e fofurice excessiva. Além dos joelhos que não aguentam tanto peso, volta a me atormentar a síndrome da boa amiga. Porque toda gordinha que se preza é por excelência a boa amiga. E só. Onde foram parar todos os pretendentes? E as olhadelhas e bilhetinhos das noites de Sábado? Não, não acredito que seja pelo fato de essa que vos escreve estar namorando, porque de qualquer forma os caras sempre davam um jeito de dar uma olhadinha que fosse. É porque engordei.

Para muitas heroínas da boa forma (leia-se Aninha) perder peso é fácil. Para mim não. Amo um bom Filet à Parmegiana e ficar sem minha cervejinha é um suplício. O que fazer? Será que minha sina é luz apagada para fazer amor e maiô preto nesse verão que já se anuncia perfeito? Não, não, mil vezes não...

Tenho que tomar uma atitude!

Hoje é Segunda? De hoje á oito começo uma dieta, agora com licença que o cara que vende coxinha aqui no trabalho chegou...


Raquel


por Uma das duas.... * 12:13 PM
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[Terça-feira, Outubro 25, 2005]

Nesses dias todos corro contra o tempo para que ele pare de me escorrer entre os dedos e renda um pouco mais. Ao menos algumas horas de brinde, pelo comportamento exemplar de profissional, assim, quem sabe, eu pudesse cuidar um pouco mais de de mim. Mas cadê que esse danado tem pena? Rí de morrer e me presenteia com mais e mais pressa, acelera o carro do dia e quase me atropela.
E eu sem tempo de escrever...

Raquel

por Uma das duas.... * 12:45 PM
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[Sexta-feira, Outubro 14, 2005]

Quel,
Alguma coisa estranha tinha acontecido com o layout antigo...
Tava todo branco... Procurei o mesmo template, pra reinstalá-lo e não achei. Então tive que mudar.
Quando vi esse, não resisti ! Afinal nós duas já quisemos, um dia, sermos ruivas, sexies e imortais...
hahahahahahahahahaha

Beijo, amiga!
Ana

por Uma das duas.... * 10:02 PM
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[Terça-feira, Setembro 06, 2005]

Hoje acordei com Lenine na cabeça me dizendo que o mundo acelera e pede pressa... e me dei conta que pela primeira vez na vida, eu não quero pressa... eu vou na valsa...

Não corro atras de sentimentos efêmeros, nem de sonhos rarefeitos, como fiz tantas e tantas vezes. Mas também não preciso de realidades concretas. Minha vida muda, minhas verdades mudam, e isso não me assusta agora. Não preciso de respostas, mas estranhamente também não preciso de perguntas...

O Kamicaze dentro de mim está adormecido

Ana

por Uma das duas.... * 12:15 PM
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Duas amigas que acabaram de virar balzacas. Com muita coisa pra dizer e mais ainda pra perguntar!

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